Loiola XXI

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Portugal: carta, del 27 de abril 2017, de la Conferencia episcopal sobre incendios forestales.

Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa 

  1. O nosso país, de ano para ano, tem sido de tal modo assolado por incêndios que estes se tornaram um autêntico flagelo com proporções quase incontroláveis. É a área anualmente ardida que já supera a de qualquer outro país europeu, mesmo aqueles que têm condições climatéricas semelhantes à nossa. É o património florestal que se vai perdendo de uma forma igualmente sem paralelo. São os notórios custos humanos, sociais, económicos e ecológicos decorrentes desta situação.

Que fazer? Vamos resignar-nos a uma chaga com tais dimensões, como se de uma fatalidade impossível de contrariar se tratasse? De modo algum. Estamos convencidos de que as causas do flagelo dependem direta ou indiretamente da vontade humana. E, como tal, só pode prevenir-se ou combater-se com eficácia, se todos nós, desde o cidadão mais simples ao mais responsável, em vez de vãs lamentações, mudarmos realmente de mentalidade e de hábitos sociais. Quais?

 

  1. Sabemos que, na origem de muitos incêndios, talvez da maioria, estão comportamentos criminosos, uns intencionais, outros pelo menos negligentes. Há que apurar não apenas as causas da dimensão desta prática – o que verdadeiramente ainda se não conseguiu até hoje – como há sobretudo que detetar e combater interesses que dela possam beneficiar.

A punição dos responsáveis, diretos ou indiretos, por tais crimes é não só uma exigência de justiça, mas deve servir também de mensagem dissuasora contra tais condutas. Não se esqueça porém que a ação das entidades políticas e judiciárias depende em muito da colaboração dos cidadãos com informações relevantes para provar esses factos. Haja a coragem de as prestar.

 

  1. Sabemos que os incêndios dependem também do estado de conservação em que se encontram os terrenos e as florestas. Daí as medidas de prevenção, nomeadamente de limpeza das matas e de ordenamento territorial, que, neste ponto, têm sido promulgadas pelos responsáveis estatais. Há que respeitá-las, apoiá-las e segui-las.

Existem porém casos em que tais exigências podem ultrapassar as capacidades dos proprietários, quando os terrenos lhes proporcionam rendimentos escassos. Sendo, mais do que bens individuais, o bem comum que está em causa, há também que apoiar os proprietários com outros incentivos. E tratando-se de propriedades do Estado, seja este o primeiro a dar o exemplo no cumprimento das exigências que impõe.

 

  1. Felizmente são cada vez mais os cidadãos que, entre nós, se empenham ativamente quer na prevenção quer no combate aos incêndios. Há quem se dedique, designadamente no verão, a serviços de atenta vigilância. Nisso e sobretudo no combate destacam-se os bombeiros pelo profissionalismo e o modo abnegado e desinteressado com que o fazem, arriscando a própria vida e, por vezes, perdendo-a mesmo. Honra lhes seja feita pelo serviço que prestam. Como são de louvar ainda as inumeráveis iniciativas e manifestações de humanismo e solidariedade que, mormente em casos de perda de habitações e outros bens, têm surgido entre nós.

Quer isto dizer que ainda existe, como de resto sempre existiu, o sentido do bem comum, absolutamente necessário para a prevenção e o combate aos incêndios. Há que promovê-lo e alargá-lo de tal modo que se torne dominante em toda a sociedade.

 

  1. Para isso é fundamental que todos olhemos a natureza não como uma simples fonte de utilidade e rendimento económico e por isso facilmente sujeita a explorações de tal modo desordenadas que a destroem totalmente. Até mesmo por não nos ser possível viver sem ela, há que respeitá-la e valorizá-la, na sua bondade, harmonia e equilíbrio, como um dom que recebemos e um legado que devemos esforçar-nos por transmitir às gerações futuras.

Veja-se como o Papa Francisco reforça o mesmo, numa perspetiva crente: «A natureza entende-se habitualmente como um sistema que se analisa, compreende e gere, mas a criação só se pode conceber como um dom que vem das mãos abertas do Pai de todos, como uma realidade iluminada pelo amor que nos chama a uma comunhão universal» (Laudato si’, 76).

 

  1. Finalmente, para a mudança de mentalidade e hábitos sociais, tão necessária para a prevenção e o combate aos incêndios, há que mobilizar toda a sociedade, nas suas diversas instâncias: o Estado com os seus responsáveis mais diretos; a Igreja e todas as outras confissões religiosas; as autarquias locais de maior e menor amplitude; as escolas nos seus sucessivos graus de ensino; a comunicação social nas suas diversas expressões; as mais variadas associações e muitas outras instituições, seja qual for a sua dimensão. Mas todos de forma concertada.

Da nossa parte, apelamos às comunidades cristãs a que tudo façam para comprometer os seus membros nesta causa que é tão cristã quanto humana.

 

Fátima, 27 de abril de 2017


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Pésame y oración del Papa por las víctimas del incendio de Portugal.

Apoyo del Papa a la Jornada del Refugiado: “Una oportunidad de encuentro fraterno”

Ángelus de Francisco por la solemnidad del Corpus Christi: «En la Eucaristía Jesús alimenta nuestra fe, esperanza y caridad»
ANSA

El Papa Francisco en el Ángelus

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Pubblicato il 18/06/2017
Ultima modifica il 18/06/2017 alle ore 14:18
REDACCIÓN
ROMA

Tras rezar la oración mariana del Ángelus el domingo 18 de junio, solemnidad del Corpus Christi, el Papa Francisco centró su mensaje en la próxima Jornada Mundial del Refugiado promovida por Naciones Unidas, que tendrá lugar el martes 20 de junio y que este año lleva como tema “Con los refugiados. Hoy más que nunca debemos estar del lado de los refugiados”.

 

Inmersos en un contexto social donde la crisis migratoria aumenta cada día más, forzando a millones de personas a abandonar sus países de origen a causa del hambre, la guerra y la pobreza; el Santo Padre señaló que en esta Jornada también “recordamos con la oración a todos aquellos que han perdido la vida en el mar o en los extenuantes viajes por tierra”.

 

“Sus historias de dolor y esperanza”, continuó diciendo Francisco, “pueden convertirse en oportunidades de encuentro fraterno y de auténtico conocimiento recíproco”; un encuentro que venza los miedos y prejuicios sociales ante la realidad de los refugiados y que sea capaz de “hacer espacio a sentimientos de apertura y a la construcción de puentes”.

 

Asimismo el Santo Padre pidió unos instantes de silencio y oración por las víctimas y heridos a causa de un devastador incendio, que aún no ha sido controlado y arrasa los bosques de la ciudad portuguesa de Pedrógão Grande, al centro del país.

El Sucesor de Pedro, aprovechó también la ocasión para saludar a varios grupos de fieles y peregrinos llegados desde varias partes del mundo, así como para invitar a todos a participar, ya sea de manera presencial o espiritualmente, de la Santa Misa que celebrará en el atrio de la Basílica de San Juan de Letrán, a las siete de la tarde, hora local de Roma, seguida de una procesión hasta Santa María la Mayor, con motivo de la festividad del Cuerpo y de la Sangre del Señor.

 

En su catequesis, el Papa recordó que hoy en Italia y otros países del mundo se celebra la Solemnidad del Santísimo Cuerpo y Sangre de Cristo. En particular el Papa meditó sobre el pasaje del evangelio del día, que narra una parte del discurso sobre el Pan de Vida tomado del libro de san Juan, en el que Jesús nos dice: “Yo soy el Pan vivo bajado del cielo”.

 

Tras afirmar que con esas palabras, Jesús quiere decir que el Padre lo ha enviado al mundo como alimento de vida eterna, y que la Eucaristía es el sacramento de su carne dada para hacer vivir el mundo, el Papa recordó que quien se nutre de este alimento permanece en Jesús y vive por Él, y explicó que “asimilar a Jesús significa estar en él, volviéndonos hijos en el Hijo”.

 

Pero el pontífice también señaló que nutrirse de Jesús Eucaristía significa abandonarse con confianza en Él y dejarse guiar por Él, y esto se traduce en “recibir a Jesús en el lugar del propio ’yo’, de modo que el amor gratuito recibido de Cristo en la comunión eucarística por obra del Espíritu Santo, alimenta nuestro amor por Dios y por los hermanos y hermanas que encontramos en el camino de cada día”.


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Celebración del 13 de mayo en Fátima (Portugal)

  fatima

Consagran pontificado del Papa Francisco a Virgen de Fátima

 
El Cardenal Policarpo ha consagrado el pontificado del Papa Francisco a la VIrgen de Fátima en Portugal

LISBOA, 13 May. 13 / 12:02 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ante decenas de miles de fieles presentes en el santuario mariano portugués, el Patriarca de Lisboa (Portugal), Cardenal José Policarpo, consagró hoy a la Virgen de Fátima el pontificado del Papa Francisco, quien personalmente le solicitó en dos ocasiones hacer esto.

Dirigiéndose a la Virgen de Fátima durante la ceremonia de consagración del pontificado, el Cardenal dijo: “dale (al Papa Francisco) el don del discernimiento para saber identificar los caminos de renovación de la Iglesia, dale el coraje para no dudar en seguir los caminos sugeridos por el Espíritu Santo, ampáralo en las horas duras de sufrimiento, para que venza, en la caridad, las pruebas que la renovación de la Iglesia le traerá”.

En declaraciones a ACI Prensa este lunes, el Director de la Oficina de Prensa de la Santa Sede, Padre Federico Lombardi, señaló que “como sabemos, el 13 de mayo en Fátima (Portugal) se hace una celebración importante y es normal que en esta se confíe el pontificado a la Virgen de Fátima”.

El Cardenal Policarpo, también Presidente de la Conferencia Episcopal de Portugal, dijo además, dirigiéndose a la Virgen, que “solo tu, señora, solo en tu amor maternal a toda la Iglesia, puedes poner en el corazón del Papa Francisco el deseo de ser peregrinos desde este santuario”.

Tras recordar que a Fátima han llegado los Papas Juan Pablo II y Benedicto XVI, y expresando su deseo de que el Papa Francisco también lo haga, Purpurado dijo que “desde aquí, en este altar del mundo, él podrá bendecir a la humanidad, hacer sentir al mundo de hoy que Dios ama a todos los hombres y mujeres de nuestro tiempo, que la Iglesia los ama y que tú, Madre del Redentor, los conduces con ternura por caminos de salvación”.

Según señala la agencia Ecclesia del Episcopado portugués, el Patriarca destacó que los caminos de renovación de la Iglesia llevan a “redescubrir la actualidad” del mensaje de Fátima y “la exigencia de la conversación a Dios”.

“La humanidad contemporánea necesita sentirse amada, por Dios y por la Iglesia. Si se siente amada vencerá la tentación de violencia, del materialismo, del alejamiento de Dios, de pérdida del rumbo y podrá avanzar hacia un mundo nuevo donde el amor reinará”, dijo luego.

Luego de recordar al Obispo Emérito de Roma, Benedicto XVI, “que desafió a la Iglesia por los caminos de la oración” – lo que fue respondido por una gran ovación – el Obispo de Leiria-Fátima, Mons. António Marto, leyó un mensaje del Papa enviado a la Nunciatura Apostólica en Portugal.

“El Santo Padre manifestó su agrado por la iniciativa y un profundo reconocimiento por la satisfacción de su deseo en unión de oración con todos los peregrinos de Fátima, a los cuales, de corazón, concede la bendición apostólica propiciadora de todos los bienes”.

El 7 de abril pasado y durante la inauguración de la asamblea plenaria del Episcopado portugués, el Cardenal Policarpo señaló que “el Papa Francisco me pidió dos veces que consagrase su nuevo ministerio a Nuestra Señora de Fátima”.

“Es un mandato que puedo cumplir en el silencio de la oración. pero sería muy bonito que toda la Conferencia Episcopal se asociase a la realización de esta petición. María nos guiará en todos nuestros trabajos y también en la forma de dar cumplimiento a este deseo del Papa Francisco”.